Tempestade de SIGLAS? Você entende? Rótulos?

A simbologia é tamanha hoje em dia que tomei a liberdade de sintetizar alguns conceitos de autores e faço a relação entre elas e procuro não responder tudo, mas sim colocar mais um ponto de interrogação para vocês caros leitores.

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GERAÇÃO X popularmente abreviada como Gen X é a geração de pessoas nascidas após o Baby boom pós-Segunda Guerra Mundial[1][2], com suas datas de nascimento entre 19611979. O termo Generation X é usado para demografiaciências sociais, e marketing, além de ser usualmente citado na cultura popular.

É considerada uma “geração perdida”, pois muitos entraram em um novo mundo fora das perspectivas utópicas, tendo que se conformar com um padrão de vida mais realista e consumista em pleno período de guerra fria. Dentro desta geração há inclusive um grupo ainda mais problemático e depressivo, os Slackers.

Segundo Janelle Wilson, socióloga americana e autora de um dos mais completos estudos sobre os adolescentes, esta geração é considerada mais cínica comparada a dos Baby Boomers, pois cresceu com uma nova realidade social. Muitos eram filhos de pais separados, viviam em casa em que homem e mulher trabalhavam fora. Assistiram ao início da decadência dos antigos padrões sociais e não tinha medo de jogá-los para o alto. Além disso tiveram contato com as novas tecnologias. A maioria nasceu depois da chegada do homem à Lua (1969), viu surgir o videocassete e o computador pessoal. http://pt.wikipedia.org/wiki/Geração_X

GERAÇÃO Y? A Geração Y, também referida como Geração millennials ou Geração da Internet[1] é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela Geração Z.

Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica.

Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram de presentes, atenções e atividades, (fomentando a sua auto-estima) de seus filhos.

Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas.

Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de telefonia celular para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores.

Enquanto grupo crescente, tem se tornado o público-alvo do consumo de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam atender esta nova geração de consumidores que se constitui um público exigente e ávido por inovações.

Preocupados com o meio ambiente e causas sociais, essa nova geração tem um ponto de vista diferente das gerações anteriores que viveram épocas de guerras e desemprego, com o mundo praticamente estável e mais comodo a liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores esquecidos como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal. http://pt.wikipedia.org/wiki/Geração_Y

NATIVOS DIGITAIS ? Da informação ao conhecimento. Escreveu Joseba Elola (El País de 21.12.08, p. 30) que “nativos digitais”, de acordo com Marc Prensky (que criou a locução em 2001), são as pessoas que cresceram em contato (diuturno) com a internet. Já nasceram ou pelo menos cresceram na era cibernética. Para eles não existe vida sem internet,  redes sociais, comunidades, links e clics. Os nativos digitais possuem uma enorme habilidade para fazerem múltiplas conexões simultâneas, sendo capazes de, ao mesmo tempo, ter o celular numa mão, um mouse na outra, zapear vários canais de televisão, ouvir ou baixar uma música, conversar com alguém em seu ambiente espacial, responder a um terceiro no chat etc. Esse é o nativo digital, que poderia ser chamado de homo conexionis. Ele é muito mais informado que os jovens das gerações anteriores. Não há dúvida nenhuma.

Mas deveria estar prestando atenção (sempre) no seguinte: ter contato com uma realidade não significa conhecê-la plenamente. Obter um dado de uma coisa não significa que você está informado; ser informado não significa naturalmente ter conhecimento. Cliff Stoll, um astrônomo norte-americano, disse: “Dado não é informação, informação não é conhecimento, conhecimento não é sabedoria”. Aprofundando um pouco mais diríamos: dado não é informação, informação não é conhecimento, conhecimento não é experiência, experiência não é sabedoria. Mas você pode sair do dado e chegar na sabedoria (paulatinamente, degrau por degrau). Tudo depende do seu temperamento, das suas ambições, da sua curiosidade, da sua criatividade.

http://www.uj.com.br/publicacoes/doutrinas/6519/Nativos_Digitais_Quem_Sao_e_o_que_Querem_Parte_1

Onde nos encontramos e o que podemos aprender com toda a experiência passada? Em algum momento estamos inseridos como atores principais ou coadjuvantes, vai depender do ponto de vista……….

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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