Desculpe-me, não estou à venda!

Em uma de minhas pesquisas pela WEB encontrei este site sobre Empreendedorismo e indico para leitura, abaixo um dos artigos….Boa Leitura

Conheço executivos de multinacionais que são extremamente competentes, gestores acima da média e que ano após ano tem contribuído sobremaneira para o crescimento das empresas para as quais trabalham.

Convivo também com executivos de empresas públicas que poderiam estar ocupando os postos mais qualificados em empresas globais.

Considerando que trabalham para empresas com propósitos diferentes e que os ambientes corporativos são opostos, o que eles teriam em comum?

Diria que são Gestores irreverentes, que, independente da corporação a qual estão vinculados, se prepararam para liderar e entenderam a essência do conceito de que lucratividade é essencial.

Esses profissionais estão à frente de projetos ousados e que foram confiados a eles pela competência instalada. Eles sabem formular estratégias, vender idéias, liderar equipes, gerenciar conflitos e o principal, buscar um resultado final que traga solução para o cliente e que seja fonte de lucros para a empresa.

São peças-chaves para a corporação, um exemplo vivo de entrega de corpo e alma, são apresentados como exemplo a ser seguido pelos demais empregados. No mercado de trabalho estão cotados a preço de ouro.

Toda essa massagem de ego para encobrir o óbvio: suas idéias e criações são apropriadas e escrituradas em nome da empresa empregadora, uma transferência formal de direito de criação e que nem sempre retorna ao criador sob forma de participação direta nos lucros gerados pela inovação.

Além de terem suas criações apropriadas ainda correm um risco que julgo ser maior, essa entrega total, o conjunto de competências desenvolvidas, acabam conduzindo tais profissionais a cargos importantes, que trazem consigo uma série de benefícios e mordomias, com as quais ele acaba se acostumando e abaixa a guarda, muitos chegam a perder a própria identidade, não são ninguém além de um cartão de visitas timbrado com a logo da sua religião: a empresa.

Bom ou ruim?

Bom se ele souber planejar sua carreira, vida pessoal, não gastar tudo o que ganha, poupar e desenvolver um plano “B” para quando quiser deixar a condição de empregado.

Ruim se o padrão de vida estabelecido consumir toda a renda, não sobrar nada para poupar e a vida social intensa não deixar espaço para a preparação de um plano “B”.

Às vezes me pergunto como seriam esses profissionais conduzindo as suas próprias empresas. O que seriam capazes de gerar de novas idéias, novos produtos e novos empregos.

Quem já trabalhou como empregado sabe, que, por mais espetacular que seja a empresa empregadora, sempre existirão situações com as quais você não concorda e que quase nada poderá fazer para mudar, situações que são fonte permanente de insatisfação e estresse e que você acaba “aceitando” por conveniência.

O emprego bem remunerado gera acomodação e afasta esses grandes talentos da atividade empreendedora, muitos preferem se intitular intra-empreendedores e vivem felizes com esse título, mas lá no intimo creio que por diversas vezes se sentiram tentados a ousar e começar um negócio próprio.

Sempre carreguei comigo o lema que é título desse artigo,
“DESCULPE-ME, NÃO ESTOU A VENDA!”. Necessito sempre de ter uma cópia da chave que abre a porta de saída, sem traumas.

Tudo tem um limite e quando o preço a ser pago for muito caro na sua escala de valores, não hesite, coloque em prática o seu plano “B”!

Fonte : http://blog.blogdoempreendedor.com

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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