Administração da Produção na FAE e o Sistema Toyota de Produção ( STP ) e sua aplicação em empresas brasileiras

Em tempos de economia globalizada, aceleração do crescimento da indústria brasileira e sua competitividade cada vez maior frente as grandes economias de mercado, bem como do acesso a fontes de conhecimento; uma indústria multinacional com fábricas espalhadas em todos os continentes, com fábrica inclusive no Brasil; a TOYOTA se destaca pelo crescimento, e abertura e divulgação bibliográfica da sua forma de Gestão da Produção.

Superando crises, batendo recordes de produção, faturamento e lucro nos perguntamos qual é o segredo da Toyota Motor Company ser um exemplo a ser seguido por concorrentes e organizações da indústria farmacêutica à indústria alimentícia. Diante destas indagações como um dos temas da disciplina de Administração da Produção do Curso de Administração da Faculdade Anglicana de Erechim foi proposto o estudo das principais técnicas e ferramentas utilizadas pelo STP.

Entre os dias 21 de Março e 04 de Abril de 2011, os acadêmicos da turma N3 realizaram o estudo das principais ferramentas de gestão da produção do STP, para entenderem um pouco melhor a forma japonesa de gerir a produção. Entre os temas abordados podemos destacar: o Kanban, Sistema de Estoque Zero ligado ou JIT, Autonomação, Troca Rápida de Ferramentas, Kaizen, Círculos de Controle da Qualidade, Poka Yokes e a filosofia do 5’S.

O estudo culminou com apresentação destes temas para toda a turma, promovendo maior conhecimento de algumas ferramentas do STP. Desta forma toda turma pode entender e conhecer um pouco mais da empresa TOYOTA, e sua forma de gestão. A discussão gerada pela seguinte indagação: Por quê se mesmo não sendo segredo e que existe uma grande bibliografia disponível sobre o Sistema Toyota de Produção porquê algumas empresas tem insucesso na implantação de algumas destas ferramentas para minimizarem seus custos de produção, aumento da produtividade sem grandes investimentos.

Após isto o que nos faz pensar e refletir é que muitas empresas simplesmente tentam implantar as ferramentas muitas vezes sem treinamento adequado dos seus colaboradores. Não existe estudo para verificar qual é a melhor ferramenta a ser implantada bem como não se adapta a ferramenta a realidade da empresa. E talvez a maior causa de insucesso seja a falta para nós brasileiros daquilo que os japoneses chamam de disciplina, de fazer as coisas com metodologia e com padrões pré-definidos. Entendo que uma fábrica se gerencia no Gemba, ou seja no chão de fábrica, não de dentro das salas das gerências ou da diretoria.

Fonte: Professor Valdecir Ksenco- Administração da produção-FAE

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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