Finanças X Família

Finanças X Família

O Câmbio, os juros e as inflações têm influencia sob as atividades econômicas e financeiras das empresas. As decisões financeiras de caráter pessoal sem prévio planejamento trazem o risco de acabar com as relações familiares e entre amigos. A principal razão é a educação formal que precisa ser reformulada pela sociedade.

De acordo com a sociedade temos pré-definido dois grupos de pessoas que pertencem ao processo de endividamento, sem levar em consideração os consumidores que utilizam o crédito oferecido pelo comércio de forma consciente, mas os que se beneficiam inadequadamente das oportunidades oferecidas pelo mercado global de consumismo, tentando viver acima de seus níveis de renda.

Os protagonistas desse cenário são geralmente influenciados pelos meios de comunicação ou por outras pessoas que vivem aos seus redores e que possuem rendas maiores do que a deles. O segundo grupo que é mais conhecido como bon vivant, é o de pessoas que recorrem as suas famílias para sanar as suas dívidas.

O segundo grupo costuma desestruturar as finanças da família (pai,mãe, irmãos, avós, tios, etc.), também conhecida como economia familiar, atingindo o patrimônio dos mesmos, comprometendo por anos a situação econômica e financeira da família, podendo obrigar os mesmos a postergar por vários anos as metas, desejos e sonhos a serem alcançados.

É preciso que haja consciência das pessoas, além de apenas saber fazer a própria contabilidade pessoal. Alguns recursos valiosos, a exemplo do tempo, serão jogados fora por essas pessoas, juntamente com a energia e capacidades mentais empregadas por suas famílias.

Baseando-se em uma sociedade, a família precisa formar um líder que tem como objetivo principal colocar ordem no caos econômico financeiro predominante e fazer a pessoa implicada perceber o valor do dinheiro, reforçando principalmente essa questão a respeito do dinheiro de terceiros.

Existem estudos estatísticos, matemáticos e econométricos que não conseguiram representar com significância o comportamento das pessoas no processo de endividamento familiar, tanto pelo número de variáveis envolvidas para os cálculos ou pelas suas subjetividades.

Família e finanças devem andar lado a lado diariamente, cada um respeitando seus limites consumistas e agindo estrategicamente para que haja uma harmonia entre as receitas e despesas financeiras dos mesmos.

Mariana Pazzet de Azevedo-Acadêmica de Administração da FAE –N6

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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