Ação=Reação= Esse é o valor que está deixando de circular em uma economia como a Erechinense, por mês..R$1.162.750,00…??!!

Buenas Caros Leitores e incentivadores, Gostei muito da demonstração de resultado simulado das medidas feitas pelo nosso Governo e sua implicação em uma cidade como a nossa pequena e bela  cidade de Erechim. Vamos fazer contas que enquanto nós não fazemos, tem outros que fazem com maestria para economia ” de QUEM” a resposta é a percepção de cada um.

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Expectativa de crescimento brasileiro é baixa, segundo Cepal

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) foi criada em 25 de fevereiro de 1948, pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), e tem sua sede em Santiago, Chile.
POSTED BY  ⋅ 20/07/2011

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) reduziu a sua perspectiva para o crescimento brasileiro em 2011. Relatório preliminar publicado em dezembro de 2010 apontava um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do país de 4,6% no período. Passados mais de seis meses, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) agora acredita que a expansão será menor, de 4%. “Esse crescimento é uma resposta da economia brasileira às medidas prudenciais de política econômica, ao cenário externo mais instável, à elevação dos juros no país e ao menor crescimento do crédito”, justificou o economista do escritório da Cepal no Brasil Carlos Mussi. A perspectiva de expansão mais tímida do PIB brasileiro pela Cepal chama ainda mais atenção quando comparada às previsões da agência da ONU para a região. Em dezembro de 2010, a expectativa da Cepal era de que a América Latina e o Caribe crescessem 4,2%. Agora, essa estimativa foi elevada para 4,7%, impulsionada pelo aumento do consumo interno. “O crescimento que se passou no Brasil em 2009 e 2010 está agora se repetindo na região. Ainda há uma certa pujança do consumo no país, só que a taxas menores”, explicou Mussi.

Inflação

Nos cálculos da Cepal, o crescimento regional implica em um aumento de 3,6% do PIB por habitante em 2011. Para 2012, o organismo estima uma expansão de 4,1% na economia da América Latina e do Caribe, equivalente a um aumento de 3,0% no produto por habitante. Em decorrência, a entidade estima que haverá redução da taxa de desemprego de 7,3% em 2010 para algo entre 6,7% e 7% em 2011.

Mas em seu relatório, divulgado ontem no Chile, a Cepal advertiu que o crescimento regional vem associado a fenômenos que não são bem-vindos, como a inflação. “Até que ponto estão a América Latina e o Caribe preparados para administrar o crescimento econômico?”, questionou a secretária executiva da entidade, Alicia Bárcena. “Devemos recuperar o espaço fiscal para ter a capacidade de adotar medidas que assegurem um crescimento sustentado, com emprego produtivo e igualdade”, recomendou.

Autor: Mariana Mainenti

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

Por Marcos Gustavo Picolo – O artigo prevê redução nas perspectivas de crescimento da economia para este ano, outras ações do Governo também devem vir de encontro a o objetivo de frear o consumo das famílias e consequentemente reduzir o crescimento.

A elevação da taxa de juros básica da Economia de 12,50%a.a. para 12,75% a.a., é uma forma de reduzir a oferta de dinheiro no mercado, o crédito, segurar a inflação que no último mês chegou a 6,72% no acumulado dos últimos 12 meses, acima da meta planejada pelo governo de 4,5% a.a. com variação de 2% para mais ou para menos (2,5% a 6,5%).

Outra alternativa que o governo esta utilizando é o aumento no valor do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito, que estava em 10% para 15% a partir de Junho.

Na prática como isso funciona:

Se uma família tem um limite no cartão de crédito de R$1.000,00, o pagamento mínimo da fatura de 10%, seria em reais, R$100,00, lembrando que a taxa média de juros dos cartões de créditos gira em torno de 10,69%a.m., ou seja, R$106,90. Com o pagamento da parcela mínima pela família  o saldo no final do mês ficava em R$1.006,90, mais do que devia no início, como isso se pode ocorrer? Veja uma explicação prática abaixo:

R$1.000,00 (divida do cartão)

+ R$106,90       (juros cobrado pelo cartão de crédito)

= R$1.106,90    (total da dívida da família)

– R$100,00      (pagamento mínimo do cartão de crédito – 10%)

=R$1.006,90 (mais do que a dívida inicial)

Como fica então com a elevação da parcela mínima para 15%, considerando a mesma dívida de R$1.000,00.

R$1.000,00 (divida do cartão)

+ R$106,90   ( juros cobrado pelo cartão de crédito)

= R$1.106,90 (total da dívida da família)

– R$150,00    (pagamento mínimo do cartão de crédito – 15%)

= R$956,90    (saldo da dívida)

Mas na economia como isso funciona?

família que antes destinava R$50,00 para outros gastos com a nova medida do governo, terá que destinar esse valor para o pagamento da parcela mínima do cartão de crédito.

Extrapolando algumas simplificações, e considerando como 4,3 pessoas o número médio de pessoas que constituem as famílias de Erechim (média essa utilizada para o Brasil), segue um exercício para prática:

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100.000   (hab. município Erechim – arredondamento para efeito de cálculo)

÷ 4,3         (habitantes por família)

= 23.255   (famílias)

x R$50,00 (valor que deixa de ser gasto)

 

= R$1.162.750,00 – Esse é o valor que deixaria de circular na economia Erechinense, por mês.

Esse valor daria para comprar 50 novos carros populares de R$23.000,00, ou 11mil sacolas básicas no valor de R$100,00.

A partir de Dezembro/2011 o pagamento mínimo da fatura do Cartão de Crédito será de 20%.

Outra medida econômica utilizada para reduzir o consumo, foi a de tornar obrigatório uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos de veículos novos ou usados para a o período de 24 e 36 meses, que influenciará diretamente na decisão de muitos consumidores em adquirir um novo carro.

Os dados foram coletados do site UOL Economia e outra foram estimados pelo autor dos comentários.

FONTE: http://marcospicolo.wordpress.com/

Marcos Gustavo Picolo

Possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas (2010). Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Maria (2008). Atualmente é Analista de Materiais – PECCIN SA e Professor da FACULDADE ANGLICANA DE ERECHIM. Tem experiência na área de Economia, Gestão de Equipes, Comercial e de Suprimentos, com ênfase em Economia.

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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