Descomplique a ESTRATÉGIA ! O Gato e a Raposa e o Perigo da Automedicação

Percebo no dia a dia nas organizações a cultura de procurar respostas complicadas a situações simples. Porém uma coisa não está associada à outra, pois muitas vezes procuramos respostas em lugares errados, dou exemplo:

Estando com dor de cabeça a pessoa vai à farmácia e faz automedicação, mal sabe  que está atuando no efeito e não na causa. O ideal é procurar um médico que irá identificar os sintomas e fazer várias análises através de exames pertinentes, após é possível diagnosticar a situação e prescrever e indicar a melhor medida para a saúde do paciente. ATENÇÃO vai depender do paciente respeitar e tomar o medicamento nas doses indicadas e no momento certo para o resultado esperado .

Nas Organizações a automedicação é clara quando procuram resultados tomando atitudes por remédios usados por empresas conhecidas, ora a dose e prescrição do remédio é facultativo para cada “indivíduo/empresa”, e quem pode prescrever a justa medida e monitoramento para a melhora do paciente é o profissional de Administração. Portanto como diz o José Antônio Rosa…..dores do trabalho e dos ganhos? Só a administração salva! 

Wagner Bueno.

O Gato e a Raposa

O gato e a raposa estavam conversando, contando prosa, falando dos outros bichos, até que começaram a falar sobre o cachorro. Quando o gato disse que tinha medo só de ouvir o latido do cão, a raposa comentou, cheia de si:

“Que isso, compadre? Eu é que não tenho medo! Cachorro não me pega, porque tenho mil táticas e estratégias para me livrar dele!”

“Mil táticas?”, espantou-se o gato.

“Mais de mil”, respondeu a raposa, levantando o queixo.

“Pois eu só tenho uma”, disse o gato.

“Que absurdo, meu caro”, exclamou a raposa. Se você quiser, posso lhe ensinar alguns de meus métodos infalíveis contra ataques de cães. Vai lhe custar baratinho…”

Nisso, apareceu um cão, ao longe, correndo na direção deles. O gato, sem demora, pulou num galho da árvore mais próxima e ficou lá em cima.

“O meu método é esse”, disse o gato à raposa.

Ela então saiu correndo em várias direções, e o cachorro atrás. Entrou em buraco, subiu em morro, escondeu-se atrás de moita, deu voltas e saltos, fez ziguezagues, tentou mil e uma formas de enganar o cachorro, até que foi ficando cansada, perdeu o fôlego e o cachorro lhe pulou no pescoço.

De cima da árvore, o gato via a cena e pensava: “Vou ficando mesmo com esse método que eu sei… É só um, mas é simples e sempre dá certo, porque cachorro não sobe em árvore.”

Fonte : http://www.gretz.com.br

Comentário do Prof. Gretz:

Desconfie das estratégias complicadas; A melhor solução para um problema pode ser a mais simples e óbvia. Descomplique.

Figura BSC: Internet

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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