Logística: Rodovias e ferrovias vão receber investimento de R$ 133 bilhões

Não tem outra FORMA….apoio TOTAL a iniciativa….

Espero que seja séria a CUSTO JUSTO…….. É O PRIMEIRO PASSO DE uma grande CAMINHADA….correndo atrás…..

Já o presidente Câmara de Gestão da Presidência e do grupo Gerdau, Jorge Gerdau, lembrou que o pacote preencherá espaços vazios no setor de logística nacional

Empresários brasileiros acompanharam nesta quarta-feira (15), o anúncio do pacote de concessões em rodovias e ferrovias, eles acreditam que essa ação do governo atrairá o mercado internacional.

“É um kit felicidade para o Brasil”, disse o empresário Eike Batista, que relatou ter visitado países árabes e asiáticos onde as pessoas não entendem por que nosso país não atrai investimentos externos. Batista afirmou que os recursos no mundo estão empossados, rendendo zero ou negativo. “Se oferecem um bom projeto em um país grande e com recursos, os empresários vêm” disse.

Já o presidente Câmara de Gestão da Presidência e do grupo Gerdau, Jorge Gerdau, lembrou que o pacote preencherá espaços vazios no setor de logística nacional. Ele avalia quem em países desenvolvidos, o custo com logística equivale a entre 6,5% e 8% do PIB, enquanto no Brasil esse custo sobe para 15%.

“Com os investimentos provados nessas áreas, temos espaço para chegar aos padrões internacionais”, comemorou a empresário.

Com informações da Veja 

Fonte: http://www.administradores.com.br

Serão feitas as construções de 10 mil km de estradas de ferro. Serão 12 novas ferrovias, que terão ligação com oito portos, como os de Salvador, Santos e Rio Grande.

Saiu o pacote do governo que concede à iniciativa privada a operação de estradas e ferrovias pelo Brasil. Sem dinheiro para investimentos, o governo anunciou esse pacote de concessões. Obras de ferrovias e rodovias passam para iniciativa privada e a presidente Dilma Rousseff explica: disse que não se trata de privatização.

Difícil trafegar, difícil transportar mercadoria. São rodovias mal conservadas e com uma via. Estão assim nove trechos considerados essenciais para o país, que cruzam sete estados e o Distrito Federal. São esses que o governo vai entregar para a iniciativa privada.

As empresas ficarão responsáveis pela duplicação e manutenção de 7,5 mil quilômetros de estradas, o dobro do que existe hoje. O BNDES vai poder financiar até 80% do investimento e ganha a concessão quem cobrar o pedágio mais barato.

Serão R$ 133 bilhões de investimentos, incluindo também a construção de 10 mil quilômetros de estradas de ferro. Serão 12 novas ferrovias, que terão ligação com oito portos, como os de Salvador, Santos e Rio Grande. E serão usadas também para transporte de passageiros. Vencem as empresas que oferecerem a menor tarifa.

Os maiores empresários do país foram chamados para o anúncio do pacote, em Brasília. “Esse mega pacote é um espetáculo para o Brasil. É um kit felicidade para o Brasil”, afirma o empresário Eike Batista.

“Isso para esse momento é extremamente importante o que está se fazendo. Daqui a dois, três anos talvez tenhamos que fazer mais”, afirma o empresário Jorge Gerdau.

Em 2007 foi lançado um plano de concessão de rodovias, no governo do presidente Lula. A maior parte das obras não se concretizou, lembra o PSDB. “Um novo pacote é anunciado de forma espetaculosa e nós não imaginamos quais serão as consequências desse anúncio”, afirma o senador Álvaro Dias.

O PSDB ainda alfinetou a decisão do governo de aderir a uma ideia que já chegou a ser rejeitada pelo PT: a privatização. “Nós, aqui, não estamos desfazendo de patrimônio publico para acumular caixa ou reduzir dívida. Nós estamos fazendo parceria para ampliar a infraestrutura do país, para beneficiar sua população e seu setor privado, para saldar uma dívida de décadas de atraso em investimentos em logística, e, sobretudo, para assegurar o menor custo logístico possível, sem monopólios”, explica a presidente Dilma Rousseff.

Pela previsão do governo, na prática, a duplicação das rodovias e a construção das ferrovias começam no ano que vem. Mas a cobrança de pedágios nas estradas só poderá ser feita quando 10% das obras estiverem prontas.

Uma nova estatal, a Empresa de Planejamento e Logística, passa a ser a responsável pela malha de transportes do Brasil. “Temos que melhorar as condições de circulação nas rodovias para diminuir o custo do transporte rodoviário. Com a rodovia melhor, os caminhões circulam mais rápido e produzem mais e o frete fica mais barato”, afirma Bernardo Figueiredo, presidente da Empresa de Planejamento e Logística.

Essas obras, segundo o governo, complementam o PAC – o Programa de Aceleração do Crescimento – e na semana que vem deve ser anunciada a concessão de portos e aeroportos.

Fonte : http://g1.globo.com/bom-dia-brasil

Fonte Imagem : internet Wagner

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Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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